Sabia que já foi chamada de “floresta petrificada” por cientistas e popularmente por “ossos petrificados”?
Em 1824, o naturalista britânico Thomas Edward Bowdich, escreveu “Excursions in Madeira e Porto Santo, during the autumn”, conhecida como a primeira referência a plantas fósseis na ilha da Madeira (rozoconcreções).
Também o britânico Alfred Lyall, refere em 1827 que as “fossil-beds” são popularmente conhecidas como Florestas Petrificadas. Contudo, este autor indica que a aplicação deste termo não é o mais adequado, pois induz os visitantes em erro quanto à aparência do local. Mesmo assim, o inglês explica que as Dunas da Prainha são deveras um local “extraordinário”!
Dada a sua peculiaridade e desconhecimento à época, também Andrew Picken, em 1827 e Albizzi, em 1888, fazem referência a um cenário “triste”, pois popularmente os marinheiros madeirenses os dominavam como “ossos petrificados”.
No entanto, os mais entendidos como Robert White & James Yate Johnson (1857), Ellen Taylor (1882) e Anna (Lady) Brassey (1885), caraterizaram as Dunas da Prainha recorrendo às explicações científicas dadas por Darwin.
Para além destes, outros viajantes como Edward Harcourt (1851) e os geólogos germânicos Georg Hartung (1864), Paul Langerhans (1885) e Rudolf Schultze (1864) contribuíram para a descrição de um dos locais mais interessantes do ponto de vista da diversidade geológica do arquipélago da Madeira.
A equipa Ecos Machico já teve a oportunidade de visitar este ecossítio e realizar trabalhos de inventariação
Projeto Ecos Machico
- Câmara Municipal de Machico
- Associação Insular de Geografia
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